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São Pedro da Aldeia, Região dos Lagos, Brazil
companheira da esperança ordeira, gente simples perdida no anonimato de sua função.Porém com nobreza de caráter traduzo um sentimento de repugnância quando lesada em meus direitos sociais,possuo mãos trabalhadoras,mãos cheias de esperança, para reconstruir sonhos, virando a página da história, e dentro do meu espaço, reconstruindo a nossa história. "Não me assusta o grito dos corruptos,mas o Silêncio dos inocentes." Lutherking

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Estamos de Olho


Prefeitura estuda implantação de um novo sistema na Saúde
Com objetivo de trazer mais eficiência ao setor de Saúde, a Prefeitura de São Pedro da Aldeia, de forma pioneira na região, avalia a implantação de um moderno sistema de Saúde Pública, que interliga todas as unidades permitindo maior modernização e diminuição de despesas.
Como uma das primeiras ações enquanto secretário, o atual gestor da pasta Carlos Augusto Monteiro juntamente com a Controladora Geral do Município Ana Paula dos Santos assistiram a uma apresentação minuciosa da Empresa Viver, com a experiência de mais de 12 anos no ramo.
O diretor da empresa Geraldo Tadeu da conceição Cruz explicou a importância do sistema.
-“Nosso trabalho é focado na implantação de um novo sistema todo baseado no SUS (Sistema Único de Saúde), como forma de facilitar, agilizar e racionalizar a atual forma de trabalho. Na verdade, partimos da premissa que só existe uma saúde de qualidade se ela estiver bem administrada, pautada em valores reais e concretos e totalmente sincronizada e em harmonia com as determinações do Ministério da Saúde”, destacou o diretor, acrescentando que cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo já comemoram grandes vitórias com a implantação do Sistema Viver.
             
Mudança na secretaria de Saúde
Desde ontem (29), a Prefeitura tem um novo secretário de Saúde. De forma provisória, cumulativa e interinamente, o novo gestor da pasta é o atual secretário de Fazenda, Carlos Augusto Monteiro.
A mudança foi necessária devido à nomeação do então secretário de Saúde Ulisses Melo para ocupar cargo de Chefia em outro município.
-“Fiquei surpreso com a indicação do prefeito, mas não medirei esforços para oferecer a população uma Saúde mais estruturada que priorize o atendimento humanizado a todos”, destacou o secretário, acrescentando que buscará, por meio da modernização, a eficiência das ações de Saúde, pautadas na racionalização das despesas e na humanização dos atendimentos.
Quanto aos planos, o novo secretário prefere não antecipar se haverá mudanças.
-“A princípio é muito cedo para falar em mudanças. Tenho que conhecer o funcionamento da estrutura da secretaria de Saúde para então buscar melhorias para o setor, que considero o mais difícil de qualquer administração porque lidamos diretamente com o bem mais precioso do cidadão. Não adianta só investir em novos equipamentos e novas instalações, temos também que priorizar o nosso servidor, que é quem lá na ponta, nas unidades de Saúde, presta todo o atendimento”

quarta-feira, 20 de abril de 2011

oligarquias

A política privilegia e favorece aos apoiados pelos candidatos dos partidos governistas nos estados, acabam provocando um abandono das regiões que não fizerem parte deste grupo e viram seus problemas sociais agravados. Em suma, a troca de favores políticos entre políticos. A figura do "coronel" muito comum durante os anos iniciais da República, principalmente nas regiões do interior do Brasil. O coronel utiliza seu poder econômico para garantir a eleição dos candidatos que apóia. E usado o voto de cabresto, em que o coronel obriga e usa até mesmo a violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votem nos candidatos apoiados por ele. Com o voto, os eleitores são pressionados e fiscalizados por capangas do coronel, para que vote nos candidatos indicados. O coronel também utilizava outros "recursos" para conseguir seus objetivos políticos, tais como: compra de votos, bolsa voto,
Essa fórmula encontrada pelos governos republicanos para se beneficiar, a palavra oligarquia indica o “governo de poucos”.  Na Grécia Antiga, a expressão oligarquia era empregada para se fazer referência a todo o regime que fosse comandado por pessoas com alto poder aquisitivo. Desta forma, os governos oligárquicos foram definidos com o governo das elites econômicas. Apesar dessa acepção, o termo oligarquia poder ser muito bem empregado em outras situações políticas. Quando observamos, por exemplo, que os apadrinhados políticos ocupam os mais altos escalões de um governo, podemos identificar o desenvolvimento de uma oligarquia. Em geral, a presença das práticas oligárquicas impede que amplas parcelas da população participem do debate político. O termo oligarquia é costumeiramente empregado para se fazer menção às primeiras décadas do nosso regime republicano. Em tal período, os grandes proprietários de terra utilizavam de sua influência política e econômica para determinar os destinos da nação. Apesar da presença de um sistema representativo, a troca de favores, a corrupção do processo eleitoral e outros métodos coercitivos impedem a ascensão de outros grupos políticos.

Mesmo vivendo em um sistema democrático, é possível notar que algumas práticas oligárquicas ainda podem ser detectadas. Muitas vezes, as ações administrativas de um representante político se mostram vinculadas ao benefício de uma parcela reduzida da população. Dessa forma, outras parcelas da população acabam por experimentar as mais diversas situações de exclusão.

O voto das mulheres





O voto das mulheres
O assunto do momento, nas discussões sobre as próximas eleições, é o voto feminino. Mais exatamente, as diferenças que existem entre as intenções de voto de mulheres e homens. Em relação à grande parcela do eleitorado feminino. Na mais recente pesquisa do Ibope, por exemplo, o homem tem maioria de votos, neste universo, das intenções de voto das mulheres.
Há quem olhe esses números e tire conclusões sobre nossa sociedade e nosso sistema político. Outros vão além e especulam sobre um machismo renitente em nossa cultura, que sobreviveria apesar da tese da igualdade, nas verbalizações das pessoas. Embora quase todos proclamem que não vêem diferenças entre os gêneros na capacidade para exercer cargos públicos, as próprias mulheres descreriam mais que os homens dessa possibilidade. Confrontadas com uma candidatura feminina real, refugariam. Em outras palavras, mulher não vota em mulher, ou, melhor dizendo, muitas não.
Não esqueçamos os que dizem que o problema estaria, nas características de personalidade e estilo, não se conformaria com um determinado estereótipo feminino e alienaria o voto de muitas mulheres. São os que acham que ela precisaria ser mais isso ou aquilo para conquistar seu voto. E se nada disso procedesse? E se as diferenças de desempenho entre homens e mulheres nada tivessem a ver, com machismos paradoxais ou o jeito de ser de uma candidata? E se a explicação fosse outra?
Mas o mais relevante é que, quando se consideram homens e mulheres com informação semelhante, as diferenças nas intenções de voto quase desaparecem. Parece que mulher, nesse caso, vota sim em mulher.
As pesquisas atuais refletem a distribuição desigual da informação entre os gêneros, que deriva, por sua vez, dos papéis sociais diferentes que homens e mulheres desempenham. O próprio andamento das campanhas vai reduzi-la. Até outubro, homens e mulheres serão, cada vez mais, iguais na sua capacidade de escolher em quem votar. A prova da tese é a recente eleição da Presidenta Dilma que abriu as portas para quem sabe a Câmara Municipal sofrer a faxina que merece.
Enfa. Ana Leão

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Ato Médico e o sucateamento da saúde

Ato médico… é estranho tal iniciativa, pois, o que me parece é que os médicos estão se sentindo ameaçados. Será que não percebem que além da   medicina,       existem muitas outras ciências,que são  fundamentais para a manutenção da saúde e para o tratamento e reabilitação de doenças? Não consigo compreender , porque  tais profissionais insistem em alegar que apenas sua categoria possui habilidade para prescrições e diagnósticos, já que o esforço para o alcance de competência e especialização em tantas áreas, é expedido por outras categorias do setor saúde, como Fisioterapeutas, Enfermeiros, Farmaceuticos, Psicólogos.Odontológos e tantas outras e não apenas os Médicos. O Enfermeiro  sabe  até onde vai os seus  conhecimento da farmacologia e patologia . Mas, também me pergunto quantos Médicos erram?,ou será que, o que nos diferencia não é tão somente o fato deles assinarem os óbitos? ,e por isso acharem que são os donos do conhecimemnto cientifico.Após tantas noites e dias de dedicação ao estudo, outras  ciências não são capazes?. Será que não somos capazes de atender a uma clientela específica baseando-nos em protocolos  elaborados pelo Ministério da Saúde órgão sério e competente?, ou será uma manobra corporativista para garantir um monopólio que sustenta o setor privado,e sucateia a saúde publica!!!. Atualmente trabalho em uma cidade do interior  que possui população de 85 mil habitantes e estamos em grande dificuldade para encontrar Médicos que queiram se dedicar por 8 horas a jornada de trabalho exigida no Programa Saúde da Família (PSF)..Vejo o  “Ato Médico” como fator de inviabilização do SUS ,acredito que a resolutividade dos problemas em saúde publica, que são trazidos pelos usuários aos Enfermeiros das Unidades de Saúde da Família serão solucionados, por  estes profissionais,com competência  A questão, portanto, se limita ao seguinte: os Médicos estão a procura da defesa de sua profissão engessando a assistência. No Brasil somos aproximadamente 3,5 milhões de profissionais de saúde,sendo apenas 350 mil médicos.O ato Médico inviabiliza o sistema de saúde como todo, e transforma a mão de obra deles mas cara que ouro em pó . Será que   não é melhor aprender  o valor de se trabalhar em equipe?
                                                                                                Enfa. Ana Leão

sábado, 16 de abril de 2011

Mesmo sem ficha limpa, TSE barra registro de candidato

14/04/2011 21h30 - Atualizado em 14/04/2011 21h40


Lei de 1990 já previa perda de registro em casos de rejeição de contas.
Decisão abre precedente sobre casos semelhantes pendentes de análise.

Débora Santos Do G1, em Brasília
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (14) barrar o registro de um candidato impugnado pela Lei da Ficha Limpa, mesmo com a anulação da validade da norma nas eleições de 2010. Isso aconteceu porque o motivo que tornou o político inelegível já estava previsto na legislação eleitoral antes de a ficha limpa entrar em vigor.

A norma, que proíbe a candidatura de políticos condenados em decisões de colegiados, entrou em vigor em junho do ano passado. Mas, em março deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a ficha limpa não poderia ter sido aplicada às eleições de 2010.

A decisão foi tomada na análise do caso do ex-prefeito de Miracema do Tocantins (TO) Rainel Barbosa Araújo (PMDB), que concorreu a deputado estadual. Ele foi barrado por ter tido as contas da prefeitura rejeitadas pelo Tribunal de Contas do estado. O registro de Barbosa foi liberado pelo Tribunal Regional eleitoral de Tocantins (TRE-TO), mas o Ministério Público recorreu ao TSE.

A Lei da Ficha Limpa alterou e acrescentou regras de inelegibilidade que já eram previstas na Lei nº 64, de 1990. O caso analisado nesta quinta pelo TSE é semelhante ao do ex-governador de Tocantins Marcelo Miranda (PMDB).
Ele teve o mandato de governador cassado, em setembro de 2009, por suposto abuso de poder político nas eleições de 2006. Na época do julgamento, o peemedebista negou qualquer irregularidade em suas ações.

Pela lei anterior à ficha limpa, membros do Executivo cassados por abuso de poder político ou econômico ficariam inelegíveis por 3 anos. Nesse caso, a aprovação da ficha limpa apenas aumentou o prazo de inelegibilidade, para 8 anos.

Com o registro barrado pela ficha limpa, Miranda recorreu ao STF e aguarda decisão do relator, ministro Luiz Fux. No pleito de 2010, Miranda obteve 340,9 mil votos, suficientes para ser eleito.
 

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Abandonar Plantão e abandono de incapaz






Artigo 133 do Código Penal
 Pena – detenção: de 6 meses a 3 anos.Ação nuclear: abandonar ,comportamento de desamparar, deixar só, afasta-se da pessoa que estava sob sua guarda, proteção, vigilância ou autoridade, permitindo que ela venha a correr os riscos do abandono, face à sua incapacidade de defesa.
É uma situação de bem indisponível não defende apenas crianças, mas idosos ou quaisquer pessoas que estejam desprovidas de consciência e não possam responder por seus atos ou agir sozinhas.
 Objeto: segurança
 Deve criar uma situação de perigo
 Ex: O tipo mais comum de abandono é deixar o incapaz em casa e sair para trabalhar. Entretanto, nestes casos, e dependendo das circunstâncias, pode haver a caracterização do crime de maus-tratos, previsto no artigo 136, também do Código Penal, só comete quem tem vinculação
 Dever - decorre - lei, contrato, fato
Cuidado ≠ Guarda ≠ Autoridade
Cuidado: Médico, Enfermagem, Babá, etc.
Guarda: pai, mãe, irmão, tio, tutor, etc.
Autoridade: policial, etc.
 Sujeitos: Sujeito ativo somente pode ser aquele que tem obrigação legal ou contratual, está obrigado a cuidar da vitima, guardar, vigiar ou tê-la sob sua autoridade. Sujeito passivo é a pessoa que se encontra sob cuidados, guarda, vigilância ou autoridade

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Significado de Descalabro

Fato que ocasiona grande dano; derrocada, ruína, desgraça, dano, derrota, desgraça, desventura, infortúnio, perda e ruína
Classe gramatical de descalabro: Substantivo masculino


O sinônimo de roubalheira, de corrupção, de atos criminosos. A classe política, importante para a democracia como instituição administrativa do poder social, está cada vez mais desacreditada pelo cidadão. Ninguém acredita mais nos discursos. Escolaridade e classe social, miseráveis, doutores e milionários, o desalento é geral.
 “Já que os políticos vão sempre roubar dos cofres públicos, votarei em um que pelo menos consiga um emprego pra mim”, diz o eleitor incrédulo. Cada um defende seus próprios interesses em detrimento a da sociedade e querem tomar de assalto o poder., E nessa briga pelo poder, a ingovernabilidade avança, trazendo atrás de si “mensalões”, “sanguessugas” do erário público. A impunidade parlamentar e corporativista, os quadrilheiros de organizações criminosas, a violência, a defasagem na saúde, educação, e infra-estrutura que é via de crescimento econômico, e, por conseguinte, a injustiça e o genocídio de milhares de pessoas que morrem por descaso das autoridades.

Somos deserdados!  Os descalabros emperram o crescimento sócio-econômico, a burrocracia atrela toda boa vontade política, todo desejo de sanidade social, toda luta por justiça, por uma sociedade menos desigual e segura, eliminar as mazelas, a ignorância coletiva, o estado de torpor moral, a ineficiência oportunista da mídia em geral. Necessitamos observar o momento político.